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CNTU lança campanha e revista Brasil Inteligente

21 de maio de 2012

Publicação traz temas considerados essenciais ao debate em torno da construção de um país desenvolvido, justo e soberano. Campanha propõe um sistema de qualificação profissional que garanta 12 dias por ano para estudo, sem prejuízo da remuneração.

A CNTU, no encerramento do seminário sobre a Rio+20 e a Cúpula dos Povos, nesta sexta-feira (18/05), lançou a campanha Brasil Inteligente e revista, com o mesmo nome, com a síntese de 18 palestras realizadas em quatro encontros regionais, no ano de 2011, em vários Estados, com o tema geral “Os profissionais universitários, o desenvolvimento do País e a política.” Para o presidente da confederação, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a CNTU teve a coragem de produzir esse material como forma de contribuir para o debate das grandes questões do Brasil. “Para nós, é um ganho de qualidade que aumenta a nossa responsabilidade com a sociedade.”

* Veja aqui as fotos do seminário

Também no encerramento dos trabalhos do dia foi dada posse aos novos conselheiros da confederação, que o presidente saudou como um avanço. “Temos a satisfação de darmos um passo adiante. Estamos caminhando para uma CNTU mais ativa, que discute as questões da sociedade com bastante propriedade, contribuindo para a construção de um Brasil cada vez melhor e mais justo.”

Pinheiro afirmou que a CNTU tem responsabilidade para com aqueles que não se formaram e que dependem "das nossas opiniões e ações. Não há dúvida de que estamos incluídos e participando de todas as discussões sérias do nosso País”, destacando que a confederação foi convidada para participar, recentemente, da posse do ministro do Trabalho, Brizola Neto.

Allen Habert, diretor de Articulação Nacional da confederação, afirmou que a campanha Brasil Inteligente é uma iniciativa baseada no respeito às ideias fortes discutidas em 2011. Colocou como desafio conquistar para os dez milhões de profissionais no Brasil o que a OIT (Organização Internacional do Trabalho) já consagrou como direito, o de se ter 12 dias por ano, sem ônus ao vencimento, para requalificação. A questão, informa, se transformará em projeto de iniciativa popular. “Queremos que esse projeto de lei seja aprovado já em 2013, porque inovação é investimento em cérebro”, destacou.

Fonte: Rosângela Ribeiro Gil - Imprensa – SEESP

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