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Cresce Brasil

Engenheiro traz nesta edição a análise da anunciada compra da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) pela Boeing. Pelo memorando de entendimento assinado entre as duas companhias, o resultado da transação será ruim para o Brasil. Para a FNE, governo federal, que tem poder de vetar o negócio, deveria intervir para assegurar manutenção dos empregos e desenvolvimento tecnológico no País.

 Brasil tem, graças à Petrobras, forte indústria petrolífera. Embora nova, 63 anos, em indústria de 180, a empresa está entre as dez maiores do mundo. O País tem produção superavitária e reservas crescentes. É líder mundial em águas profundas.

Neste mês de agosto, a Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais dos Creas recebe a nova diretoria encabeçada pelo presidente Paulo Roberto de Queiroz Guimarães, reeleito em 3 de julho último e que ficará à frente da instituição no período 2018-2021.

Passados nove meses da promulgação da Lei 13.467, que alterou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o País ainda não estancou o desemprego que atinge mais de 13 milhões de brasileiros.

A joint venture que garantirá o controle de 80% da área comercial pela Boeing da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) é um mau negócio ao País. Essa é a opinião de Murilo Pinheiro, presidente da FNE, corroborada por diversos especialistas.

A se manter a atual lógica adotada, de pretensa austeridade e contenção das inversões públicas à infraestrutura, o País não vai sair da crise. Pelo contrário, o processo recessivo tende a se aprofundar. É o que aponta o professor-doutor e atual diretor da Faculdade de Economia, Administração, Contábeis e Atuariais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (FEA/PUC-SP), Antonio Corrêa de Lacerda, nesta entrevista ao Engenheiro.

Desde sua popularização, a partir da década de 1930 – quando foi incorporado aos tecidos (com o poliéster, em1932, e o náilon, em 1938) e aos utensílios domésticos (PVC, em 1933, poliuretano, em 1939, teflon, em 1941, e silicone, em 1943) –, a produção de plásticos deu salto astronômico.

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