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O plenário do Senado fez ontem (6) a última sessão de debates sobre o projeto de lei da reforma trabalhista antes da votação, marcada para a próxima terça-feira (11). Apesar das  178 sugestões de emendas apresentadas em plenário,  o relator, senador Romero Jucá (PMDB-RR), deu parecer contrário a todas e seguiu a orientação do governo Temer ao Congresso de não modificar o texto. 

Na terça-feira, não haverá novos debates sobre o projeto, apenas o encaminhamento para votação do texto principal – que será baseado no relatório de Jucá aprovado na Comissão de Constituição e Justiça – e dos destaques de bancada que forem apresentados.

O Congresso, com isso, se submete ao Poder Executivo, contrariando todas as manifestações do movimento sindical que pedia a derrubada do projeto nas comissões ou, minimamente, a modificação dos vários artigos que deixam os trabalhadores em situação de extrema vulnerabilidade. 

A FNE se soma aos que pedem  a rejeição do texto encaminhado e  denuncia a perda de direitos e as tentativas de enfraquecimento do movimento sindical que são os objetivos da reforma. Organizações sociais e sindicais prosseguem nas mobilizações contra a reformas impostas pelo governo em meio à gravíssima crise política do País.

Redação FNE com Agência Câmara

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