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Design Thinking (DT) tem se tornado uma das principais formas de abordagem para soluções de problemas nas mais diversas áreas de atuação de empresas e instituições. Na área de tecnologia e engenharia, ele também tem sido bastante adotado.

“Acredito que o mais importante no Design Thinking é aprimorar a capacidade de ouvir as demandas e poder testar rapidamente”, afirma Diogo Dutra, professor da disciplina Equipes de Inovação no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec)

Resumidamente, DT é uma nova forma de abordar problemas. Seu nome vem dos processos usados por designers, que olham para diversos ângulos e perspectivas. Mas pode ser mais amplo, porque prevê o trabalho colaborativo e multidisciplinar e leva em conta as experiências pessoais e os processos na vida dos indivíduos para ganhar uma visão mais completa.

Apesar de apresentar algumas possíveis etapas, o Design Thinking não é um processo linear e sequencial, ao contrário, é uma forma de abordagem.

De qualquer modo, um processo elaborado por essa abordagem deve levar em conta certas ações como:

Imergir – a equipe do projeto se aproxima do contexto a ser analisado sobre diferentes pontos de vista. Preliminarmente, o problema é entendido, os atores identificados, assim como os escopos e limites de um projeto. Depois, há uma imersão em profundidade com pesquisa, contextualização do problema, utilizando técnicas emprestadas da antropologia, como entrevistas e trabalho de campo.

Analisar e sintetizar - Dados coletados, é preciso analisar e sintetizar de forma a serem organizadas e criar padrões identificáveis. Há possíveis ferramentas a serem usadas como cartões, diagramas, mapas conceituais etc.

Ideação - Fase onde o perfil de público alvo ou de quem irá usufruir da inovação é definido. Mas longe de ser uma definição estanque, outros sujeitos são incluídos, inclusive outros profissionais da área. As seções de brainstormings geram ideias que serão capturadas, sem censuras ou julgamentos.

Prototipagem – Colocando a mão na massa. As ideias se concretizam material e formalmente, para sua validação. Não necessariamente será o final do processo, mas pode acontecer juntamente com os outros processos.

Testar – Os protótipos devem ser testados e testados e testados.

Esse processo, então, pode se retroalimentar.

Enfim, há várias situações em que essa abordagem pode acontecer. Para saber mais, consulte a bibliografia indicada.

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Bibliografia

Design Thinking - Inovação em Negócios (Isabel Adler e outros, MJV Press, 2012).
Change by Design: How Design Thinking Transforms Organizations and Inspires Innovation , Tim Brown HarperCollins e-books, 2009
Design Thinking Brasil, de Tennyson Pinheiro e Luís Alt, Editora Elsiever, 2011

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