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A Cúpula dos Povos "Fora OMC", realizada em Buenos Aires, paralelamente ao encontro da Organização Mundial do Comércio, terminou nesta quarta-feira, com uma grande marcha do Congresso Nacional ao Obelisco, no centro de Buenos Aires, celebrando o resultado das pressões contra o avanço dos acordos de livre comércio da conferência oficial e convocando a participação dos movimentos sociais na próxima trincheira de luta planetária: o Fórum Social Mundial, a ser realizado em Salvador, Bahia, de 13 a 18 de ,março de 2018.

Mais uma vez, a OMC termina uma conferência bienal anunciando a falta de resultados. O fracasso vem se dando desde que movimentos globais cercaram a reunião globalde 1999, em Seattle, contra os acordos de favorecimento às transnacionais acima dos interesses sociais e soberania das próprias nações. Seattle marcou tambem o início das manisfestações dos então chamados novos movimentos que,junto com organizações sociais e sindicais anti-hegemônicas convocariam o primeiro Fórum Social Mundial, em 2001, em Porto Alegre.

Os esfforços do governo da Argentina, ´Maurício Macri, para manter distantes as pressões sociais chegaram ao cúmulo de orientar aos organizadores da conferência para o descredenciamento de ativistas e delegações de organizações sociais de vários páíses e à ordem de deportação de jornalistas, sem explicações ou bases legais. O escândalo - tratado como papelão pela mídia argentina e de autoritatismo absurdo pela mídia internacional - levou as embaixadas de países como Brasil,  Equador e Noruega a agirem. Junto com recursos de organizações estrangeiras, o governo Macri foi obrigado a recuar. 

Ao mesmo tempo, ocorria a Cúpula dos Povos "Fuera OMC", que denunciou as propostas de acordos violadores de direitos e debateu estratégias de resistência. Ao final, o documento da Cúpula anunciou a convocatória para as próximas grandes ações internacionais:  o 8 de Março de luta e praralisação das mulheres e o FSM 2018. Diz o texto: "convocamos à continudade das lutas de resistência à presente ofensiva do capital internacional contra os direitos dos povos, na construção coletiva da próxima edição do Fórum Social Mundial 2018, em Salvador, Bahia, Brasil, de 13 a 17 de março. Resistir é criar, resistir é transformar" - termina o documento, reafirmando o lema do FSM 2018.

Confira o documento

 

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