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Na manhã desta quarta-feira (6/6), foi lançada, em evento na sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo, a “Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora”, um programa unificado com 22 propostas para o desenvolvimento do Brasil. O objetivo é entregar a agenda aos candidatos a presidente da República.
O documento é uma elaboração das centrais sindicais (Central Única dos Trabalhadores - CUT, Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores - UGT, Nova Central, Central dos Sindicatos Brasileiros - CSB, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB e Central da Classe Trabalhadora – Intersindical), em conjunto com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), e aponta os desafios do movimento sindical para enfrentar as reformas propostas pelo governo Michel Temer.

Dirigentes reunidos lançam manifesto das centraisNa plenária de lançamento, dirigentes de diversas categoriais profissionais acompanharam a leitura do manifesto feita pelo diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio. “Essa Agenda sintetiza a plataforma da Conclat de 2010 e mostra que a classe trabalhadora quer ter protagonismo na vida econômica e política do Brasil”, disse Ganz Lúcio.

Na agenda, estão propostas de medidas de combate ao desemprego e ao subemprego crescentes com a criação de frentes de trabalho, com atenção especial para os jovens; a retomada das obras de infraestrutura; e a implementação de políticas de amparo aos desempregados, com o aumento das parcelas do seguro-desemprego, vale-transporte para o desempregado, vale-gás e subsídio de energia elétrica, entre outras.

“Basicamente, a agenda, que é prioritária e também unitária, procura colocar o movimento sindical na conjuntura das eleições de outubro”, ressalta o consultor sindical João Guilherme Vargas Netto. O tripé que resume essencialmente o documento, ele afirma, se dá em unidade, resistência e desenvolvimento.

Comunicação Seesp, com Agência Sindical

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