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Cresce Brasil

Nesta edição, Engenheiro coloca em pauta desafios do campo político, econômico e tecnológicoque demandam participação e mobilização de toda a sociedade, especialmente dos engenheiros.

Nossas profissões – a engenharia e a agronomia – estão presentes em praticamente todas as coisas e atividades do cotidiano. Da água que bebemos à lâmpada que acendemos, do carro que nos transporta à comida que chega à mesa, tudo tem, inerente, a técnica e o talento de agrônomos e engenheiros de todas as modalidades.

O seminário “Petróleo, Petrobras, engenharia nacional e a retomada do crescimento” reuniu profissionais, especialistas e representantes do setor produtivo nacional, na sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), na capital paulista, no dia 19 de junho último.

“Uma estratégia de pensar o futuro e valorizar a profissão.” Assim a engenheira ambiental e sanitarista Marcellie Dessimoni define a importância do Núcleo Jovem Engenheiro da FNE, o qual coordena. A iniciativa lançada em 2015 tem a proposta de garantir, junto aos 18 sindicatos estaduais filiados à federação, espaço qualificado para aproximar recém-formados e estudantes da luta sindical da categoria e do debate sobre a retomada do crescimento rumo ao desenvolvimento sustentável do País.

Maranhão, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Piaui

No dia 28 de junho, após 14 horas de embate, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, por 16 votos a nove e uma abstenção, o Projeto de Lei 38/2017, que propõe a reforma trabalhista (confira os principais pontos). A proposição seguiu para apreciação do Plenário em regime de urgência e, aprovada, vai para sanção presidencial. Em entrevista ao Engenheiro, o diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, avalia que, embora seja de autoria do governo, o PL, que significa “um retrocesso monumental”, tem chances de prosperar “mais em razão de compromisso dos parlamentares do que propriamente por ser um projeto da Presidência”.

Os municípios brasileiros têm o compromisso de contribuir com a meta assumida pelo País no Acordo de Paris de reduzir, até 2025, a emissão dos gases de efeito estufa em 37%em relação aos níveis de 2005. Uma das formas de atingir o objetivo está no transporte coletivo sobre pneus e, para especialistas do setor, a aposta certeira é a eletrificação, que já vem sendo adotada nos grandes centros urbanos da China, Japão, Coreia do Sul, Europa e Estados Unidos.

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