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Para 2010, a estimativa caiu de 4,32% para 4,30%. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central, com base em projeções de analistas de mercado para os principais indicadores da economia.

A meta de inflação para 2009 e 2010 é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é de 2,5% e o superior é de 6,5%. As estimativas para o IPCA neste ano e no próximo estão abaixo do centro da meta.

A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 2,01% para 2,17% neste ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) a estimativa caiu de 2,07% para 1,92%. No mercado paulista, o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) deve ficar em 4,33%, a mesma expectativa da semana anterior. Para 2010, as projeções dos três índices foram mantidas em 4,5%.

A projeção para os preços administrados em 2009 permanece em 4,40% e em 4% para 2010. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

A estimativa dos analistas para a taxa básica de juros, a Selic, mantém-se em 9,25% ao final deste ano e em 9,5% em 2010. A Selic é usada como instrumento de controle da inflação pelo Banco Central. No último dia 29, o Comitê de Política de Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir os juros básicos de 11,25% para 10,25% ao ano. Para a reunião de junho, os analistas esperam que os juros básicos sejam reduzidos para 9,50% ao ano.

(Kelly Oliveira /ABr)