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Foi formado um grupo técnico com três servidores e o membros do Sindicato dos Engenheiros do Piauí (Senge-PI) para estudar a proposta e elaborar um relatório com todos os prejuízos que serão causados à população e ao saneamento de Teresina e do Piauí.

Os profissionais demonstraram total insatisfação por terem sido excluídos da elaboração do edital de consulta pública que prevê a subdelegação dos serviços para empresas privadas. E acusam a diretoria da instituição de adotar medidas unilaterais, sem consultar os técnicos sobre o projeto.

O encontro foi comandado pelo presidente do Sindicato dos Engenheiros, Antonio Florentino, e teve apoio do Sindicato dos Urbanitários (Sintepi). “Vamos fazer esse manifesto para mostrar os riscos e prejuízos que essa privatização vai causar à população. A versão oficial da diretoria da Agespisa não condiz com a realidade. Há modelos de privatização em outros Estados que estão sendo um fracasso e os teresinenses precisam saber disso”, afirmou Florentino.

O presidente do Senge-PI disse que há muita desconfiança entre os servidores da Agespisa da forma como o processo está sendo colocado para a sociedade. “Por que esse grupo técnico da Agespisa foi totalmente excluído da elaboração desse edital? Isso gera muita desconfiança. O correto era que houvesse uma consulta, mas foi uma medida unilateral, ditatorial, isso não podemos permitir”, reagiu Florentino.

Fonte: Senge-PI

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