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Tramitando em regime de urgência, o Projeto de Lei 4.302/98 pode ser votado na Câmara dos Deputados nos próximos dias, liberando a terceirização ilimitada. Se passar na Câmara, seguirá para sanção presidencial. A reivindicação majoritária do movimento sindical é pela retirada do projeto, cujo relator é o deputado federal Laércio Oliveira (SD-SE). 

Estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) intitulado "Terceirização e desenvolvimento – uma conta que não fecha", publicado em setembro de 2011, demonstrou que o terceirizado trabalha em média três horas a mais por semana e ganha em média 27,1% a menos do que o diretamente contratado.

Em entrevista à Agência Sindical, o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, alertou: “O parecer que deve ser votado precariza muito as condições para o trabalhador, pois incorpora o que de pior foi aprovado no Senado e alterado na Câmara.” A medida é parte das ameaças aos direitos trabalhistas, às quais é premente resistir.

 

 

Comunicação FNE 

 

 

 

 

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