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A Petrobras e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inauguram nesta terça-feira (27/10) um laboratório para o desenvolvimento conjunto de novas tecnologias para exploração e produção de petróleo nos campos da estatal. A principal atribuição será identificar e explorar rotas tecnológicas, desenvolver conhecimentos e avaliar tecnologias voltadas para o setor de petróleo e gás.

A fase 1 do Laboratório de Engenharia, Aplicação e Desenvolvimento em Instrumentação, Automação, Controle, Otimização e Redes de Campo (Lead), que vai funcionar na Ilha do Fundão, é resultado de parceria entre o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes) e a universidade. A primeira etapa do Lead, de 150 m², contou com um investimento de R$ 3 milhões em infraestrutura e equipamentos por parte da Petrobras, em área cedida pela universidade. A unidade será capaz de reproduzir o ambiente existente nas salas de controle das unidades operacionais da companhia. O laboratório será o único do país a possuir três Sistemas Digitais de Controle Distribuído (SDCDs) das marcas ABB, Emerson e Yokogawa, que por serem iguais aos presentes na empresa, facilitam a migração das soluções obtidas no laboratório para as unidades industriais.

A área foi disponibilizada pela UFRJ, enquanto a Petrobras investiu em infraestrutura e na aquisição de equipamentos. Segundo informações da empresa, o Programa de Engenharia Elétrica da Coordenadoria dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da universidade foi escolhido como parceiro por ser avaliado com nota máxima pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Já está em processo de licitação a fase 2 do laboratório, a ser construído em uma área de 1.800 m2, também no Parque Tecnológico da UFRJ, onde já existe, desde 2003, o LabOceano - um dos mais modernos laboratórios oceânicos do mundo, também resultado de parceria entre a Petrobras e a Coppe.

Na avaliação da estatal brasileira de petróleo, a inauguração do laboratório reforça a estratégia de desenvolvimento em conjunto de novas tecnologias, "o que traz benefícios tanto para as universidades, que realizam suas pesquisas acadêmicas em laboratórios de ponta, quanto para a Petrobras, que ao compartilhar conhecimentos cria competências para superar seus desafios tecnológicos e empresariais".(Com ABr e Portal Energia Hoje)

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