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"Eternamente" e "para sempre" são expressões que transmitem a ideia de algo que não tem fim, que dura infinitamente. Ambas evocam a noção de tempo sem limites, continuando indefinidamente. Em termos práticos, elas representam um conceito de duração infinita, que vai além da compreensão humana do tempo.


astronautaInteressante, mas o que é o tempo? Quanto é eternamente para sempre?

O tempo é um conceito fascinante e complexo que tem intrigado filósofos, cientistas e pensadores por milênios. De maneira simples, “o tempo pode ser descrito como a sequência contínua de eventos que ocorrem de maneira irreversível do passado, passando pelo presente e indo em direção ao futuro”.

Na Física, especialmente na Teoria da Relatividade, o tempo é visto como uma dimensão que, junto com as três dimensões espaciais, forma o tecido do espaço-tempo. O tempo, então, poderia ser afetado pela gravidade e pela velocidade. Pensa-se que todos os momentos no tempo podem ser vistos como igualmente reais. Isso sugere que passado, presente e futuro existem em um sentido de "bloco de universo," onde o tempo é uma dimensão fixa como o espaço. Assim, se admite que “todos os eventos ao longo da linha do tempo existem simultaneamente”.

Por outro lado, a natureza do tempo é discutida na Filosofia de forma que em muitas das vezes se questiona ser o tempo uma realidade objetiva ou apenas uma construção da mente humana. Alguns argumentam que o passado e o futuro são construções da mente humana, e que apenas o presente realmente existe. Outros classificaram o tempo em duas séries: A (passado, presente, futuro) e B (ordem de eventos sem a noção de presente). Para a série A, o tempo flui, enquanto para a série B, todos os momentos são igualmente reais.

Já na Psicologia a percepção do tempo pode variar com em experiências e estados emocionais de forma que momentos de grande emoção podem parecer durar mais ou menos tempo do que momentos de rotina. Psicologicamente, o tempo é percebido de forma linear, com uma sequência clara de eventos que vão do passado ao presente e ao futuro; sendo essencial para a capacidade humana de fazer planos, lembrar do passado e experienciar o presente.

Mas, diferentes Culturas e/ou Religiões têm suas próprias interpretações e mitologias relacionadas ao tempo. Alguns veem o tempo como cíclico (com eventos recorrentes e repetitivos), enquanto outros veem o tempo como linear e progressivo.

Seja qual for a concepção a considerar, “o tempo é uma das dimensões fundamentais da realidade, influenciando tudo o que se faz e/ou se experimenta”. A existência do passado, presente e futuro é, então, tema intrigante e amplamente discutido em áreas distintas do saber humano sendo, em essência, a existência do passado, presente e futuro algo que depende muito da perspectiva que se adota.

Muitos vão argumentar, entretanto, que somente “existe o passado, pois depois que se terminar de ler no futuro essa frase já se estará no passado e até o presente teria acabado”.

A perspectiva do parágrafo anterior realça a natureza efêmera do presente, que está constantemente se transformando em passado. Em termos filosóficos, se concentra na ideia alinhada com a visão de que o tempo é um fluxo contínuo e ininterrupto, onde cada momento presente rapidamente se torna passado, e o futuro está sempre por vir.

Semelhante linha de pensamento pode fazer refletir sobre a importância de viver o presente de forma plena, pois é o único momento que se tem de fato, ainda que seja fugaz.

Por outro prisma, se o futuro quando chegar no presente já será passado, como pode se dizer que existe um futuro?

Tem-se no parágrafo precedente uma questão profundamente filosófica sobre a natureza do tempo. A ideia de que o futuro, ao se tornar presente, imediatamente se transforma em passado, coloca em destaque a fugacidade do momento presente.

No entanto, a noção de futuro é fundamental para a nossa percepção e planejamento. Mesmo que cada momento futuro se torne rapidamente presente e, em seguida, passado, a ideia de futuro representa a sequência de eventos que ainda não ocorreram. O futuro é uma construção mental que nos permite antecipar, planejar e esperar pelo que está por vir. Sem essa concepção, estaríamos presos apenas na experiência imediata do presente e nas memórias do passado, sem capacidade de projeção.

Portanto, o futuro existiria como uma perspectiva ou uma projeção do que ainda não se viveu. No sentido em questão o futuro seria essencial para a capacidade humana de planejar, sonhar e se preparar para o que vem a seguir, mesmo que, ao se materializar, se torne imediatamente o presente e, logo depois, o passado.

Em última análise, a ideia é que o presente é extremamente efêmero e que o futuro está sempre por vir, mas nunca realmente "existe" no sentido em que o passado se concretiza. Mesmo assim, tanto o presente quanto o futuro têm um papel crucial na forma como o homem percebe e se relaciona com o tempo.

Há de observar, entretanto, e a propósito, que a relação entre tempo e espaço é um dos pilares mais fascinantes da Física. Embora no dia a dia as questões associadas possam parecer bem distintas (o espaço onde se move e o tempo que flui no relógio) a Ciência já demonstrou que são indissociáveis.

Até o início do século XX, acreditava-se que “o espaço era um palco vazio e o tempo era uma constante universal”. A Relatividade Geral, propondo que o tempo e o espaço formam uma única estrutura quadridimensional chamada Espaço-Tempo, mudou a concepção anterior. Se pensa atualmente que espaço além das três dimensões habituais (comprimento, largura e altura) possui o tempo como a quarta dimensão. Objetos com grande massa (como planetas ou estrelas) não apenas "ocupam" espaço; eles curvam o tecido do espaço-tempo ao seu redor, como uma bola de boliche sobre um lençol esticado. Tal “curvatura” é o que se percebe como gravidade.

Todavia, na Astronomia, “olhar para o espaço é, literalmente, olhar para o passado”. Isso ocorre porque a luz, embora muito rápida, tem uma velocidade finita. Se vê a Lua como ela era há 1,3 segundo; o Sol é visto como ele era há 8 minutos. “O espaço imenso atua como uma barreira temporal que preserva a história do cosmos”.

O tempo, então, pode evidenciar relações de continuidade e, em dadas condições, de superação como é o caso da relação entre a Apollo 11 que provou que era possível aos terráqueos ir à Lua e a Artemis II que prova que, após décadas de avanço tecnológico, os humanos estão prontos para voltar à Lua e lá ficar.

A relação entre o tempo e as Missões Apollo 11 e Artemis II reside, então, na “evolução” da exploração espacial humana, marcada por este intervalo de mais de cinco décadas e por uma mudança fundamental de objetivos e de Tecnologias.

Considerando que a Apollo 11 foi o marco histórico, ponto inicial, da cronologia em referência, a humanidade, em julho de 1969, conseguiu, pela primeira vez, pisar (literalmente) no solo da Lua. Naquele contexto, o "tempo" foi determinado pela Corrida Espacial da Guerra Fria; o objetivo era chegar primeiro e demonstrar supremacia tecnológica.

Após o fim do programa Apollo em 1972, houve um hiato de décadas sem missões tripuladas para além da órbita baixa da Terra, por motivos dos mais variados.

Mas, a missão Artemis II é a sucessora técnica da Apollo. Enquanto a Apollo 11 visava a chegada na Lua e “pisar” lá, a Missão Artemis (do novo Programa Espacial) objetiva criar as condições a permanência do homem na Lua.

A conexão temporal entre a Missão Apollo e a Missão Artemis revela contrastes importantes tanto nas Tecnologias quanto na Logística e Objetivos, bem como na “Representatividade”.

Enquanto o tempo possibilitou um salto imenso na capacidade de processamento uma vez que o computador de bordo da Apollo 11 tinha menos potência do que uma calculadora moderna, a Artemis II utiliza sistemas autônomos e materiais avançados que eram puramente teóricos nos anos 60.

A Apollo foi uma série de "visitas" curtas. O Programa Artemis, já testando com tripulação na etapa II, planeja estabelecer uma base sustentável (“Gateway” e Base Lunar) para usar a Lua como trampolim para Marte; além do tempo ter mudado, também, a face da exploração. Enquanto a Apollo 11 foi composta exclusivamente por homens brancos, a Artemis II inclui a primeira mulher e a primeira pessoa negra a viajarem para as proximidades da Lua.

Mas, a “ferida” gerada pela “diferença (enorme) entre o espetáculo da exploração e a dura realidade da Engenharia de sobrevivência” permanece aberta. Enquanto os foguetes seguem subindo, muito ainda tem quer ser feito para que o homem possa um dia viver na Lua sem necessitar de algo da Terra.

Como a Artemis II não pousou na Lua, a Missão Artemis II fez menos que a Apollo 11. Mas, não se deve esquecer, que a Artemis II foi uma missão para ser de sobrevoo (“flyby”) e não de pouso.

A Missão Artemis II, no entanto, tecnicamente e em termos de recordes, superou marcos históricos.

Deve-se observar que a Artemis II teve por objetivo “testar sistemas de suporte à vida da nave Orion com humanos a bordo”; o que sequer foi cogitado na Apollo 11. A Artemis II foi uma missão preparatória. Algo como um pouso na Lua deve ocorrer somente na Artemis III.

A Artemis II superou a Apollo 11 e até a Apollo 13 em termos de distância da Terra, pois a Artemis II atingiu a marca de 406.778 km de distância da Terra; quebrando o recorde anterior da Apollo 13 e tornando a tripulação da Artemis II os seres humanos que mais se afastaram da Terra na história.

O antigo recorde foi obtido em 1970 quando a Apollo 13 chegou a 400.171 km da Terra (uma marca atingida não por planejamento original, mas devido à trajetória de emergência necessária para trazer a tripulação de volta após a explosão de um tanque de oxigênio). A Artemis II superou a marca histórica da Apollo 13 em aproximadamente 6.607 quilômetros.

Diferente das Missões Apollo, a Artemis II utilizou uma trajetória chamada de injeção “translunar” de retorno livre na qual a nave não entrou em órbita lunar dado ter usado a gravidade da Lua para "estilingar" de volta para a Terra. Para garantir a segurança e testar os sistemas de comunicação no espaço profundo, a trajetória foi calculada para levar a cápsula Orion a um ponto consideravelmente além do lado oculto da Lua antes de iniciar o retorno.

É oportuno salientar que embora não tenha havido caminhada lunar, a Artemis II levou vantagens tecnológicas óbvias: os sensores modernos e câmeras de alta resolução da Orion permitiram observar (mapear) o lado oculto da Lua com uma precisão impossível em 1969; enquanto a Apollo foi uma "corrida" política, a Artemis faz parte de um plano para estabelecer uma base permanente na Lua.

É claro, contudo, que somente se supera o "pisar no solo lunar" da Apollo 11 se, novamente, o homem voltar a caminhar sobre o solo lunar por mais tempo. Todavia, a Artemis deu um passo além ao vencer o "limite de exploração humana no espaço profundo" e "complexidade sistêmica".

Mas, ao se utilizar o pouso e a caminhada lunar “como a régua definitiva de sucesso”, a Apollo 11 permanece em um patamar histórico único. A Apollo 11 foi o ápice de uma corrida tecnológica que culminou quando o homem deixou suas pegadas no solo do Mar da Tranquilidade.

A Artemis II não possuía sequer um módulo de pouso acoplado, portanto, nunca teve o objetivo de tocar a superfície da Lua. A Missão Artemis II validou a nave Orion para realizar futuramente pouso tripulado na Lua, pois testou (com sucesso) sistemas de suporte à vida e comunicações ópticas (a laser) que são ordens de magnitude mais complexos do que os computadores de orientação da Apollo.

Do ponto de vista da lógica das conquistas, a Artemis II é um avanço incremental em termos de alcance e automação, mas a Apollo 11 permanece como o marco da conquista de território. É a diferença entre mapear um novo oceano (Artemis II) e, de fato, fundar um porto em um continente desconhecido (Apollo 11).

Mas devido à repetição de grande parte dos procedimentos da Apollo 11 pela Artemis II depois de 50 anos está muito longe o dia no qual o homem poderá viajar pelo espaço e conquistar outros planetas no sentido real de conquistar?

Analisando a Artemis II sob a ótica estrita do progresso linear pode ser levado a pensar que a Artemis II realizou um sobrevoo muito similar ao da Apollo 8 de 1968 "repetindo o passado com tecnologia melhor”.

No entanto, existem muitas "conquistas reais" obtidas pela Artemis II quando se analisam criteriosamente as diferenças entre a conquista por impacto (era da Apollo) e a conquista por infraestrutura (era da Artemis).

A Apollo 11 (uma missão de "bandeira e pegada") foi uma façanha extraordinária do homem, mas insustentável. Com a Apollo 11 vencia-se uma a corrida política custo tornou-se proibitivo e o programa foi cancelado. Mas, a Missão Artemis foca em “ficar na Lua” o mais brevemente possível. A repetição de procedimentos serve para validar uma logística de "estrada espacial". A Missão Artemis não objetiva apenas ir à Lua, mas estabelecer as condições para “ficar” lá.

O Projeto da Artemis tem na “Engenharia de Sustentabilidade” um dos mais importantes objetivos. Já na Artemis II se testou, com sucesso, os sistemas de reciclagem de água e oxigênio com uma eficiência que as missões Apollo não possuíam. Para Marte, onde a viagem dura no mínimo 6 a 9 meses, "repetir" o voo lunar serve para garantir que esses sistemas não falhem no meio do caminho, onde não há retorno livre para a Terra. Mas, o próximo salto são as missões tripuladas a Marte. O que está previsto (planejado) para a década de 2030 ou 2040.

Entretanto, a "conquista real" de outros planetas exige a autonomia total da Terra. Enquanto o ser humano depender de suprimentos enviados da Terra, será apenas um “visitante” em outros mundos, mesmo que seja a própria Lua. A conquista do espaço começará quando o homem conseguir viver plenamente no corpo celeste que vier a habitar retirando do próprio local seu alimento, combustível e tudo o que for necessário para viver.

“Apollo 11 foi o momento de inspiração e ineditismo máximo. A Artemis II é a transição para uma era de transporte de carga e passageiros que visa tornar o espaço uma extensão da economia humana”. “É pretendido (teoricamente, pelo menos) que, no futuro próximo, a viagem a Marte não seja apenas um evento único, mas uma rota aberta”. O Projeto Artemis ainda lida com um sonho distante nada real. O homem não possui os meios para viver no espaço sideral, nem mesmo na Lua. Semelhante observação é (infelizmente) muito realista e necessária para contrapor o ‘otimismo do marketing” das agências espaciais. Existe sim um abismo imenso entre o “visitar” e o “habitar”, pois o homem, nesse momento de sua história, ainda não possui meios para uma vida sustentável fora da Terra.

O que se tem hoje são apenas protótipos e teorias. Para que a Lua deixe de ser um "sonho distante" e se torne algo "real", a humanidade precisaria resolver problemas fundamentais que a Artemis II e mesmo a Apollo 11 sequer chegaram a enfrentar plenamente.

É necessário ter “autossuficiência” para se “viver” na Lua. Será exigido cortar o "cordão umbilical". Atualmente, qualquer missão espacial depende 100% da Terra. Se o fornecimento de oxigênio, água ou comida parar, a missão acaba na hora. Para se viver na Lua é necessária uma Engenharia de Recursos “In-Situ” que corresponde à prática de coletar, processar e utilizar materiais encontrados em outros corpos celestes (como a Lua, Marte ou asteroides) para sustentar missões espaciais.

O termo "in-situ" vem do latim e significa "no próprio lugar". Em vez de levar todo o combustível, oxigênio, água e materiais de construção da Terra, as Missões deverão “fabricá-los” no destino. Ao se extrair recursos no local de destino, "quebra-se" a dependência com a origem, permitindo missões de longa duração e a colonização de outros mundos.

Não se deve, em momento algum, esquecer que lá na Lua hoje é impossível ao ser humano viver naturalmente dado que não existe oxigênio para se respirar. Além do mais, qualquer que seja suprimento necessário para a manutenção da vida este teria que ser transportado da Terra exigindo aumentar o “custo do peso”, pois cada quilo de suprimento lançado vai requer uma quantidade enorme de combustível para vencer a gravidade terrestre. Para levar mais carga, é necessário mais combustível; mas o combustível também pesa, exigindo ainda mais combustível.

Outro ponto a considerar, que é determinante, é o fato do corpo humano não ter sido feito para viver no espaço. A biologia humana é o elo mais fraco da corrente. Sem a proteção do campo magnético da Terra, os astronautas são bombardeados por radiação cósmica que destrói o DNA. Ainda não existem materiais leves e eficientes o suficiente para proteger uma base permanente por anos. A Lua tem apenas 1/6 da gravidade terrestre. Não se sabe o que isso faz com o corpo humano a longo prazo. Perda de massa óssea e problemas cardiovasculares são obstáculos reais que a Ciência ainda não resolveu.

Viver na Lua vai exigir uma infraestrutura de energia que não existe atualmente. As noites lunares duram 14 dias terrestres, com temperaturas que caem para -170°C.

Hoje apenas tem-se o fato que não é real viver na Lua mesmo que com dependência da Terra. Se a Apollo 11 foi uma proeza, a colonização da Lua será uma enorme façanha de Engenharia de Sistemas e Biotecnologia que ainda está na infância.

Por mais grave que possa soar, a Artemis II é apenas um teste de transporte. Muito ainda terá que ser estudado e desenvolvido até que o primeiro ser humano possa sobreviver na Lua sem receber um único suprimento da Terra. “Até lá, a Lua continua sendo um posto avançado de observação, mas não um lar”; não havendo Engenharia para fazer a Lua um segundo lar para a humanidade toda.

Todavia deve-se observar que a China não apenas enviou uma missão para o lado oculto da Lua, como foi a primeira e única nação a realizar um pouso suave (suave o suficiente para não destruir a nave) nessa região.

Está se fazendo menção à Missão “Chang'e 4” ocorrida em 03/01/2019 quando a sonda chinesa “Chang'e 4” pousou com sucesso na Cratera Von Kármán, localizada na Bacia o Polo Sul-Aitken.

O maior obstáculo para pousar no lado oculto é que a própria Lua bloqueia os sinais de rádio diretos com a Terra. Para resolver isso, a China lançou previamente um satélite de retransmissão chamado “Queqiao”, que orbita em um ponto além da Lua (ponto de Lagrange L2), servindo como uma "ponte" para enviar os dados da sonda de volta para as equipes em solo.

Além da exploração geológica, a missão chinesa levou uma pequena biosfera experimental. Surpreendentemente, em 2019, sementes de algodão chegaram a germinar dentro da sonda, marcando a primeira vez que matéria biológica cresceu na Lua, embora as plantas não tenham sobrevivido por muito tempo devido às temperaturas extremas da noite lunar.

Recentemente, no ano de 2024, a China avançou ainda mais com a missão “Chang'e 6”, a qual conseguiu coletar amostras do solo do lado oculto e trazê-las de volta para a Terra; um feito inédito na exploração espacial. Mas, mesmo assim, “a humanidade não tem Engenharia para conquistar o espaço sideral” e/ou viver plena e independentemente na Lua. Atualmente, o ser humano é obrigado a conviver com o fato ecológico e tecnológico incontestável que o torna apenas um “inquilino na Lua umbilicalmente preso ao planeta Terra”.




* Carlos Magno Corrêa Dias é professor, pesquisador, conselheiro consultivo do Conselho das Mil Cabeças da CNTU, conselheiro sênior do então Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE) do Sistema Fiep (atual Conselho de Responsabilidade Social do Sistema Fiep), líder/fundador do Grupo de Pesquisa em Desenvolvimento Tecnológico e Científico em Engenharia e na Indústria (GPDTCEI) do CNPq, líder/fundador do Grupo de Pesquisa em Lógica e Filosofia da Ciência (GPLFC) do CNPq, personalidade empreendedora do Estado do Paraná pela Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep).

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