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Encerrando o EcoSP (Encontro de Meio Ambiente de São Paulo, ao final da tarde do dia 27 de novembro, o diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A.), Paulo Vieira de Souza, falou sobre as principais obras rodoviárias em andamento na cidade de São Paulo, sobretudo a do rodoanel sul, e as compensações ambientais previstas. Quanto ao anel viário – que, segundo o palestrante, consome parte dos R$ 23 milhões que vêm sendo investidos em vias estratégicas –, ele classificou como modelo do ponto de vista de compensação ambiental. Com data de inauguração prevista para 14 de março de 2010, tem extensão de 61km e prazo de execução de 35 meses. No entorno das três a quatro pistas, contará, de acordo com Souza, com um cinturão verde “para proteger a várzea”.

Conforme ele, à concessão da licença ambiental, houve 116 condicionantes. Assim, o corte de 212 hectares como consequência do empreendimento exigiu que se replantasse cinco vezes esse montante – 1.016ha. As obrigações abrangem ainda, como listou o palestrante, compensações a três tribos indígenas e aos municípios em que houver interferência, implantação de parques e unidades de conservação, reflorestamento de milhares de mudas e implementação de viveiros de plantas nativas, preservação da água das represas, proteção de nascentes, resgate da flora, além de instalação de passagens para animais ao longo do rodoanel e de recolha de espécies da fauna.

Autor: Beatriz Arruda

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